Jogos Nova Geração-Computadores e Consolas

Dom Out, 2007

PSPs Modificadas, acho que a sony não gosta… (quem diria…)

Arquivado em: Uncategorized — jogosng @ 11:20

É verdade a sony está a encriptar cada vez mais os firmwares (sistemas operativos da consola) para não serem modificados, mas nada que Dark_Alex ou Equipa M33 não aguentem.

Foi-se dito que as novas psps Slim e Lite não eram “Traficaveis” pois o kernel não era compativel com o 1.50, 2 semanas mais tarde Dark_Alex quem se pensava ter saido do “negócio” libertou o 1.50 Addon v1 que permitia jogar alguns jogos homebrew (feitos por pessoas em casa) ainda que, com problemas, certo foi que hoje em dia, atrevo-me a dizer que há milhares de psps com o 3.71M33-2+ Addon 1.50 v2 que permite jogar jogos e executar aplicações do 1.50 +/- estavelmente.

Certo é que não vou tomar o risco de fazer a actualização para o 3.71m33-2, vou ficar com velho e estavél 3.52m33-4 que permite a personalização total da psp até ás “entranhas”.

E certamente aconselho os meus leitores a fazerem o mesmo, pois houveram muitas queixas de “bricks”* enuanto passavam de 3.52m33-4 para 3.71m33-2.

*quando uma psp fica “brickada” os ficheiros do sistema ficam corruptos fazendo com que a psp nem sequer ligue. No próximo post Vou explicar como remediar estes “bricks”.

Brick

Brick vem do inglês tijolo pois a psp não passa disso ,um simples pisa-papeis…

Ter Out, 2007

Winning Eleven 2008, Até ao infímo detalhe…Puro Grafismo Japonês.

Arquivado em: Jogos — Tags:, , , , , , , , — jogosng @ 11:40

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Na entrevista para o site IGN, Shingo “Seabass” Takatsuka, produtor da série “Winning Eleven”, falou sobre o doloroso desenvolvimento de “Winning Eleven: Pro Evolution Soccer 2008″, o primeiro a ser feito tendo as consolas da nova geração em mente.

Sobre as dificuldades da criação da nova iteração da tradicional franquia futebolistica, Takatsuka respondeu: “Foi duro, realmente duro, porque sabíamos que seria a pedra fundamental para levar o título para a nova geração [de consolas]. Percebemos que os ‘Pro Evolution Soccer’ passados estavam próximos da perfeição – ajustamos os jogos todos os anos e continuamos a fazer isso por um longo período, então, era natural que ficassem bons. Mas, sabíamos que teríamos que começar novamente no jogo para a nova geração”.

O produtor explicou como funciona o teamvision AI, como é chamado a nova inteligência artificial (IA) da edição “2008″: “Se é a IA de ataque, quando roubas a bola ao computador, ele vai-se lembrar de como  fezeste isso. Então, da próxima vez, ele fará diferente, talvez passando a bola mais rapidamente ou mudando o tempo das fintas. Quando estiveres a defender, o teamvision AI aprende como o jogador prefere atacar, e muda sua táctica de acordo. Por exemplo, se o jogador prefere atacar pelos lados, então o computador tentará ter mais defensores tomando conta das laterais”.

A master league também foi melhorada, tendo, agora, 20 equipas, em vez dos tradicionais 16. Existe também um parâmetro chamado de popularidade, que afecta as negociações e a exposição do clube perante a mídia.

“Winning Eleven: Pro Evolution Soccer 2008″ chega às prateleiras norte-americanas no final de novembro.

Ace Combat 6: Fires of Liberation, Gráficos de levantar vôo!

Arquivado em: Jogos — Tags:, , , , , , — jogosng @ 9:19

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Nos céus dos videogames, a série “Ace Combat”, da Namco, tem o controle absoluto do espaço aéreo. A franquia conseguiu isso com doses precisas de simulador e acção arcade, uma fórmula tão azeitada que parece não haver motivos para mudança.

É isso que acontece com “Ace Combat 6: Fires of Liberation”, que, em termos de controle, é praticamente igual às últimas edições para o PlayStation 2.

Mas se o Xbox 360 não consegue oferecer mais manejo, deixou os aviões com um nível de detalhes sem precedentes na série. Nas edições para o console da Sony, as aeronaves já eram montadas com minúcia, principalmente nas cenas de replays; agora, na consola da nova geração, o visual está mais exuberante que nunca.

Parece que todas as partes móveis dos aviões foram reproduzidas nos mínimos detalhes. Dá para ver cada flap, cada peça que compõe o bocal do jacto a mexer-se, por exemplo. Além disso, as máquinas voadoras possuem texturas refinadas, aumentando ainda mais o realismo. O trabalho apenas se dá por completo com belos efeitos gráficos como a da sombra própria e da distorção do ar causado pelos jactos. Até dá pena usar a visão em primeira pessoa e tirar da tela esse trabalho magnífico.

Os cenários também ficaram mais complexos: a fase mostrada é uma cidade, mas há muito mais prédios que nas versões anteriores. É quase uma fotografia aérea em 3D. E o brilho do mar a reflectir o sol, as nuvens e o avião a “cortar” o ar deixa tudo mais bonito e realista.

Outra área em que o Xbox 360 faz diferença é o multiplayer – sim, existe essa modalidade para PSP, mas é bem mais limitada. A demonstração da TGS foi em rede local, mas a edição final deve ter todos os modos multijogador online. A regra adoptada no stand foi a “battle royal”, ou, traduzindo, é o famoso “DeathMatch”, que, na demonstração, logo se tornou num divertido festival de mísseis disparados para todos os lados.

Star Craft II

Arquivado em: Jogos — Tags:, , , , — jogosng @ 7:14

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Alemanha tem o segundo maior mercado de jogos para PC do mundo, atrás somente dos Estados Unidos, facto que em parte explica o sucesso do stand da Blizzard na Games Convention, onde o público enfrenta boas filas para colocar as mãos em “StarCraft II” e “World of WarCraft: The Wrath of Lich-King”. A verdade é que a produtora tem dois grandes títulos em vista, sendo um deles a próxima versão de uma das mais amadas franquias de estratégia em tempo real.

Durante uma conferência para a imprensa, a Blizzard explicou como vai funcionar o sistema de missões do jogo, não se antes, num delicioso histórico, relembrar “Warcraft II” (“missões simples e ‘campanhas espelhadas “), “StarCraft” (“fases mais complexas e enredo integrado”) e “WarCraft III” (“missões variadas e interessantes, com história e personagens contíguos”).

Por esta altura, deves estar curioso para saber o que a produtora tem em mente para “StarCraft II”. Afinal, embora o jogo seja quase uma “actualização” do original, a campanha single-player é totalmente inédita, e promete abordar factos como o retorno de Kerrigan e o mistério de Xel’Naga.

As novidades começam entre uma missão e outra. A demonstração aconteceu com a raça Terram, quando os personagens principais estão reunidos no “deck” de uma nave. O jogador, com seu personagem – mas sem controlá-lo diretamente -, pode navegar por diferentes ambientes e dialogar, tal qual num adventure. Nestes momentos, os personagens são exibidos de perto na interface 3D da própria tecnologia gráfica, com direito a animações e modelação caprichadas. A idéia é criar novas, interactivas e envolventes formas de narrar o drama.

No caso do Terran, grande parte do sucesso no jogo depende de conseguir dinheiro para, entre as fases, comprar novas unidades e actualizações. Isso, porém, não necessariamente se repete com as demais facções, que têm as suas próprias prioridades e objetivos.

“StarCraft II” é o mais novo jogo do gênero a aderir ao mapa interativo, através do qual se exploram diferentes planetas, conhecidos ou não, em busca de missões. Em suma, o final continua sendo um só, mas desta vez a forma de chegar até ele pode ser diferente, o que aumenta o factor “replay”.

Quem acompanha a Blizzard, mesmo que de longe, sabe que a empresa não costuma brincar em serviço: demora o tempo que for preciso para lançar seus títulos, muitas vezes passando por seguidos adiamentos, e até cancelamentos, se necessário. Porém, a recompensa, para os jogadores, são jogos sólidos, divertidos e, muitas vezes, inovadores – ainda que baseados em idéias amplamente exploradas. “StarCraft II” parece não fugir à regra.

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